O que desejo para hoje (e todos os dias)

Há dias, como o de hoje, em que me ponho a pensar no que desejo para a minha vida. Surge sempre muita coisa em mente, e para além dos desejos mais comuns e que todos nós pedimos sempre, há sempre coisas novas que desejávamos ter ou fazer. Mas nem é desses que quero falar.

Por muitos desejos que possa ter, umas coisas mais possíveis outras menos, há sempre um que eu nunca me esqueço de pedir, por me parecer ser o que mais pode influenciar os outros: saúde. Peço sempre saúde para mim e para os que me são próximos, pois sem ela julgo que tudo perde o sentido. Talvez não perca, mas a verdade é que sem saúde a nossa vida muda toda. 

É por isso que o meu desejo de hoje é saúde. Para hoje e para todos os dias. 

E para além do pedido, quero igualmente agradecer. 


Por toda a saúde que tenho tido até agora, eu e os meus, e porque tudo o que foi surgindo teve sempre solução. Estou muito grata. 


5 comentários:

  1. As pessoas sabem que a saúde é importante, claro que sabem, mas acho que só temos uma perfeita clareza do importante que é, quando ela nos falta. E tu sabes o que quero dizer tendo em conta os teus últimos tempos. O ano passado, como sabes, foi um ano de pouca saúde, para os meus e para mim. A minha vez chegou em Outubro com sintomas que me fizeram recorrer 3 vezes à urgência, recorrer a umas 20 consultas e a umas 3 especialidades médicas. Gastei mais de 500 euros em consultas, exames e em pseudo tratamentos. Ninguém me conseguia dizer o que tinha. Os dias passaram, as semanas passaram, os meses passaram. E eu passei o natal à espera do resultado de uma TAC ao crânio. Eu passei o Natal a acreditar que podia ser o último. Eu olhava para os meus filhos e a angústia era tanta que não conseguia respirar. Felizmente a TAC estava bem. Mas os sintomas continuavam. E eu que costumo comer 12 passas e pedir 12 desejos, na passsagem de ano engoli as passas e só desejei saúde. Só isso. Só saúde. A meio de Janeiro os sintomas diminuíram, passado uns dias desapareceram e concluiu-se que os meus sintomas eram o resultado de tudo o que acarreta ter três filhos pequenos. Muitos podem imaginar o que será, mas acho que só quem é mãe de muitos filhos consegue entender o quão recompensador é, mas também o quanto altamente desgastante pode ser. Principalmente quando tentas chegar a todo o lado, mas o teu corpo já não responde. Estou imensamente grata por ter saúde, e este últimos meses fizeram-me abrir os olhos em relação a muitas coisas. E por isso é que decidi que 2018 será o meu ano. O ano em que volto ao exercício, não para emagrecer, mas para ser saudável. O ano em que vou limar algumas arestas nos meus hábitos alimentares. O ano em que vou concretizar sonhos que tenho vindo a adiar, ou por medo, ou com a desculpa de falta de tempo, ou por achar que não é a altura certa. 2018 é o meu ano, porque quero aproveitar a vida ao máximo e porque desde que haja saúde o resto eu consigo, nunca tive medo de arregaçar as mangas e lutar por isso :)
    Desculpa o testamento, mas acho que nunca tinha verbalizado desta forma os meus últimos meses e o teu post fez-me desabafar e fez-me bem: )

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  2. É um facto. E acho que só valorizamos isso quando, por motivos vários, sentimos que não estamos no pleno da nossa saúde. Felizmente, por aqui, as coisas têm corrido bem nesse campo. E eu só desejo que tudo assim continue.

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  3. Um mundo a três: não tens que pedir desculpas, adorei o teu comentário. Identifiquei-me com o que disseste e estamos na mesma onda, com as mesmas ideias e objetivos. Que 2018 seja muito bom, sobretudo em saúde. :)

    Beijinhos

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  4. A Pimenta*: e que assim continue! ;)

    Beijinhos

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  5. A verdade é que com saúde todo o resto se faz (;

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