Just another busy Monday... [14]

Estes últimos dias, e hoje não foi diferente, têm sido passados de um lado para o outro. Trabalho, assuntos pendentes para resolver, trabalho... Sinto que as horas voam de tão absorvida que estou nas minhas tarefas. 

Claro que com este "lufa-lufa" o cansaço começa a aparecer, não só o físico, e eu já começo a acusar a necessidade de férias... 

Que bem que me iam saber uns dias de descanso! Estou mesmo a precisar de desligar... 


Mas, não sendo possível para já, que seja uma boa semana! 


Just another normal Monday... [13]



É feriado, mas por aqui será uma segunda-feira igual às outras. Não tenho nada de diferente programado a não ser trabalho e, se der tempo, uma ida rápida às compras para melhorar a organização no escritório aqui de casa. Muito interessante, portanto, mas faz parte. 

Boa semana, gente gira! 
🌻🌻🌻

♫ Cá por casa toca... ♫


I keep fighting voices in my mind that say I’m not enough
Every single lie that tells me I will never measure up
Am I more than just the sum of every high and every low?
Remind me once again just who I am, because I need to know (ooh oh)

You say I am loved when I can’t feel a thing
You say I am strong when I think I am weak
You say I am held when I am falling short
When I don’t belong, oh You say that I am Yours
And I believe (I), oh I believe (I)
What You say of me (I)
I believe

The only thing that matters now is everything You think of me
In You I find my worth, in You I find my identity, (ooh oh)

You say I am loved when I can’t feel a thing
You say I am strong when I think I am weak
And You say I am held when I am falling short
When I don’t belong, oh You say that I am Yours
And I believe (I), oh I believe (I)
What You say of me (I)
Oh, I believe

Taking all I have and now I'm laying it at Your feet
You have every failure God, and You'll have every victory, (ooh oh)

You say I am loved when I can’t feel a thing
You say I am strong when I think I am weak
You say I am held when I am falling short
When I don’t belong, oh You say that I am Yours
And I believe (I), oh I believe (I)
What You say of me (I)
I believe

Oh I believe (I), yes I believe (I)
What You say of me (I)
Oh I believe (oh)

As coitadinhas

Se há coisa que detesto, que me deixa mesmo irada, é aquela pessoa que se arma sempre em vítima. Aquela que tem sempre o discurso de coitadinha, que tem sempre queixa de tudo e de todos. Não há nada que não seja motivo para ser a vitimazinha que, com ar de sonsa, lá vai largando os seus queixumes para todos ouvirem: ai que não posso fazer isto, ai que não posso fazer aquilo, ai que isto está muito mal para mim, e ai que sou uma mártir e tenham peninha de mim...

Eu ignoro total e completamente estes coitadinhos. Não dou confiança, não alimento os seus queixumes parvos. É que, vai-se a ver, não têm um único motivo válido para tanta mania da perseguição. Chegam mesmo a ser uma ofensa a quem tem reais problemas e não abre a boca para reclamar da vida.

Às vezes apetece mesmo chegar ao pé destas pessoinhas e gritar aos ouvidos: acordem para a vida! 


Porque elas não vivem, nem querem deixar viver. 


♫ Cá por casa toca... ♫



"Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
 É sobre saber que em algum lugar, alguém zela por ti
 É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz 
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós 
É saber se sentir infinito 
Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar
 Então fazer valer a pena
 Cada verso daquele poema sobre acreditar 
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu 
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
 É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações 
E assim ter amigos contigo em todas as situações 
A gente não pode ter tudo 
Qual seria a graça do mundo se fosse assim? 
Por isso eu prefiro sorrisos 
E os presentes que a vida trouxe para perto de mim 
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar 
E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar 
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais 
Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra trás 
Segura teu filho no colo 
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui 
Que a vida é trem bala, parceiro 
E a gente é só passageiro prestes a partir 
(...)"

É sempre assim...


Quando tenho imensa vontade de escrever aqui no blogue, para deixar registados alguns momentos como tanto gosto de fazer, falta-me o tempo (o que não é obrigatório fica sempre para último lugar, infelizmente não dá de outra forma). 

Quando tenho o famoso tempo, falta-me a vontade ou, então, aproveito esses minutos extra para fazer outras coisas que também não podia antes. 

É sempre assim... 

Mas, vá, hoje tive tempo até de fazer algumas mudanças por aqui. Alterei o cabeçalho, as cores, mudanças básicas para alegrar este espaço (e a ver se me dá mais ânimo para escrever mais por aqui). 

Gostam?


Just another relaxing Monday... [12]


Começar a semana de forma serena.
Muito bom! 

Não gosto de...


Fazer fretes.

Apanhar chuva no cabelo.

"Sorrisos amarelos".

Pessoas sisudas.

Pessoas que olham para os outros com ar de superioridade.

Desarrumação.

"Falar para o boneco".

Não gosto de...

Hipermercados apinhados de gente onde a maioria só anda a passear e a ver prateleiras
(não há programa mais interessante para fazer?).

Barulho.

Pessoas teimosas (onde, no caso, a teimosia é sinónimo de ignorância, mas que não querem dar o braço a torcer).

Não gosto das minhas inseguranças.

Não gosto de...

Falsos moralismos.

Criticas sem fundamentos, só porque apetece criticar.

Pessoas que não cumprem a sua palavra (a não ser que tenham um excelente motivo para isso).

"Interesseiros".

Não gosto que brinquem com os meus sentimentos.

Não gosto de...

Hipócritas.

Desculpas esfarrapadas e carregadas de mentira (apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo!).

Pessoas melodramáticas.

Pessoas "coitadinhas" (para elas está sempre tudo mal, quando na verdade...).

Pessoas "cuscas".

"Recadinhos" ou indiretas.

Não gosto de deixar problemas, conflitos, por resolver.

Desejo de todos os dias


"Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz."

Caio Fernando Abreu

Just another calm Monday... [11]

Imagem de Style & Minimalism 

A semana passada foi caótica em termos de trabalho. Tarefas que se acumularam e, para ajudar, cortei um dedo, o que me dificultou ainda mais o trabalho. Nada de grave, levei 4 pontos apenas, foi mais chato do que outra coisa. Escrever ao computador, então, era uma animação. Com uma mão apenas demorava o dobro do tempo, com as duas, estava sempre a corrigir porque carregava muitas vezes em duas teclas ao mesmo tempo (os enfermeiros adoram gastar compressas e fita adesiva para se assegurarem que nada sai do sítio). Tão giro! [Ironia] Parecendo que não, o que fazia em meia hora, demorei quase uma. 

Com isto passei o feriado a trabalhar, o fim de semana foi passado a trabalhar e nem tive oportunidade de fazer alguma coisa diferente no dia da Mãe. Nem um foto para mais tarde recordar. Com a cabeça a mil, nem me lembrei sequer. Mas o dia da Mãe é todos os dias, certo? 

Esta semana promete ser mais calma. Claro que continuo com o dedo cortado mas já não preciso de compressas extra e, por isso, o dedo já não tem o dobro do tamanho. Já consigo escrever como gente e fazer outras tarefas básicas que não conseguia, pois não podia exercer pressão sobre o dedo (não me dava muito jeito estar sempre a sangrar se fizesse mais um pouquinho de força). E é isto. Espero por dias mais normais a partir de agora... E mais tranquilos.

Que seja uma boa semana!

♫ Cá por casa toca... ♫


Mais uma, deste filme que tanto gostei de ver.

Life is so simple
A little boy, a little girl
Laughing and loving
Tryin' to figure out the world
It felt like summer
When I kissed you in the rain
And I know your story
But tell me again
Nothing you say wouldn't interest me
All of your words are like poems to me
I would be honored if you would take me as I am
I want you
To look right in my eyes
To tell me you love me
To be by my side
I want you
At the end of my life
I wanna see your face when I fall with grace
At the moment I die
Is that alright?
Is that alright?
I hope you're still with me
When I'm not quite myself
And I pray that you'll lift me
When you know I need help
It's a warm celebration
Of all of our years
I dream of our story
Of our fairy-tale
Family dinners and family trees
Teachin' the kids to say, "Thank you, " and, "Please"
Knowin' if we stay together that things will be right
I want you
To look right in my eyes
To tell me you love me
To be by my side
I want you
At the end of my life
Wanna see your face when I fall with grace
At the moment I die
Is that alright?
Is that alright?
Is that alright?

Para levar para o fim de semana...


Estamos a lutar por um dos nossos sonhos. 
Mas há coisas que, inevitavelmente, não dependem só de nós. 
Temos que saber esperar e continuar a confiar. 
"O Dia" acabará por chegar...

Dualidade


Uma das coisas que muitas vezes me condiciona a escrita aqui no blogue é uma história passada com um stalker. Já tem imenso tempo, é verdade, mas de vez em quando fico a pensar que posso voltar a passar pelo mesmo, pois facilmente posso ser identificada se partilhar um pouco mais. Isto é uma parvoíce, eu própria sei isso, sobretudo pelo tempo que já passou e, também, porque já devia ter arrumado esta história numa gaveta. Mas fiquei tão "escaldada" que às vezes o receio aparece... 

Por outro lado, gostava de partilhar mais... Mais momentos em família, mais coisas do dia-a-dia, mais dias bons e menos bons... E continuar neste registo mais pessoal. No entanto, partilhar sem perder esta espécie de anonimato, que me tem permitido escrever (mesmo que pouco) mais à vontade. 

Como disse no instagram (falei disto por lá, quem me segue já viu), acho que tenho que encontrar um equilíbrio. Partilhar, mas sem me expor demasiado. Mostrar, mas com uma certa aura de mistério à volta (isto agora pareceu interessante e poético). Será possível? 

Mãe bipolar

Num momento estou a queixar-me que o M está ligado à corrente, porque não pára um segundo e só faz disparates... No outro a seguir, já estou preocupada porque ele está muito parado, muito calado e bastante aborrecido... Quando assim é, só pode estar doente. E acertei. 

Certamente que prefiro ouvi-lo a fazer barulho - que me obriga a colocar os auscultadores para poder trabalhar - e a fazer os seus disparates habituais, do que vê-lo assim, com febre, dores... E por muito que seja uma coisa simples de resolver, ficamos sempre de coração apertadinho. Em suma, mãe bipolar me confesso. Sou só eu? 

Acho que nunca mais reclamo que o meu filho está irrequieto... 



Ah! E não é nada de grave... Apenas uma "ite" fruto deste tempo instável... 

O que dás é o que recebes

Num destes dias, o M estava só a fazer asneiras. Sabem aqueles dias em que parece que eles estão ligados à corrente e, além de não pararem quietos um segundo, só fazem disparates? Pois, era um desses. A páginas tantas, eu - já cansada e para lá de irritada - disse-lhe (num tom assertivo e mais elevado): - está sossegado! Vê lá se queres levar uma palmada! Não, eu não sou apologista das palmadas, acho que é mais eficaz um castigo do que bater, mas naquele dia saiu essa ameaça. 

O M, do alto dos seus cinco anos, ficou uns segundos muito sério a olhar para mim, dizendo em seguida: - as pessoas que dão palmadas, depois também levam palmadas, não é mãe? (Acho que ele nem percebeu bem o que seria a palmada, só que seria algo mau.)

Não me perguntem porquê, mas fiquei a pensar naquela pergunta. Depressa eles percebem, mesmo sendo crianças, que aquilo que recebem é como vão retribuir. Se são agressivos com eles, eles também serão agressivos. Claro que, não é por ter ameaçado o meu filho uma única vez com uma palmada que ele se vai tornar uma pessoa violenta, mas se pensarmos que esta (e outras situações) é a base diária de várias crianças, então aí, sim, eles vão imitar o que vêem. 

Deu que pensar... E fez-me perceber ainda mais que temos que ter bastante cuidado com os nossos actos, pois as crianças são esponjas e absorvem tudo o que está à sua volta. 


E isto serve para tudo na vida...


I'm alive!

Ainda por aqui ando. E está tudo bem. Estamos bem. Só estamos a tentar dar um rumo à vida, a tentar perceber qual é o caminho certo a seguir. 


♫ Cá por casa toca... ♫



I’m going under and this time I fear there’s no one to save me
This all or nothing really got a way of driving me crazy

I need somebody to heal
somebody to know
somebody to have
somebody to hold
It’s easy to say
but it’s never the same
I guess I kinda liked the way you numbed all the pain

Now the day bleeds, into nightfall
and you’re not here, to get me through it all
I let my guard down and then you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved

I’m going under and this time I fear there’s no one to turn to
This all or nothing way of loving got me sleeping without you
Now I need somebody to know 
somebody to heal 
somebody to have 
just to know how it feels
It’s easy to say
but it’s never the same
I guess I kinda liked the way you helped me escape

Now the day bleeds, into nightfall 
and you’re not here, to get me through it all
I let my guard down and then you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved

And I tend to close my eyes when it hurts sometimes
I fall into your arms 
I'll be safe in your sound til I come back around

For now the day bleeds, into nightfall 
and you’re not here, to get me through it all
I let my guard down and then you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved

But now the day bleeds, into nightfall 
and you’re not here, to get me through it all
I let my guard down and then you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved

I let my guard down and then you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved

Just another sad Monday... [10]


Estou cansada... Desanimada... Triste... 

Mais uma fase má no meu casamento? Nem sei responder... Não é a primeira. Mas de há uns tempos para cá temos tidos muitos altos e baixos. Ele não anda bem, costumo dizer-lhe que está de mal com o mundo, e que é contra mim que anda a disparar e, por isso, temos discutido mais do que o normal. Na maioria das vezes por "coisinhas" que passavam bem ao lado mas das quais ele faz uma tempestade. Não sei o que se passa, não estou a conseguir alcançá-lo, compreendê-lo... Temos conversado, no entanto, dias mais tarde volta tudo ao mesmo... 

Ontem discutimos mais uma vez e eu explodi. Disse-lhe que estava cansada, triste, farta de ser o seu alvo... Se quer separar-se, então, se calhar é o melhor... 

Não sei no que vai dar. Honestamente, nem quero pensar sobre isso. Estou a viver um minuto de cada vez e logo se vê o que vai acontecer... 

Devo ser a única que não ficou fã - coisas de uma dona de casa


Acho que por esta altura já toda a gente deve ter ouvido falar de Marie Kondo e do seu espectacular método de organização. Penso, até, que o mais falado e mais adaptado, seja o da organização da roupa. 

Claro que eu, que gosto de ser organizada e ando sempre à procura de truques e dicas, quando ouvi falar nesta senhora e nas suas dicas de organização, fui logo experimentar. Perdi horas a ver vídeos, a guardar todas as imagens com as formas como ela dobra a roupa e, depois de tudo muito bem estudado, toca de aplicar. Fiquei impressionada, claro, como julgo que ficou a grande maioria. 

Bom, o problema foi quando comecei a tirar a roupa das gavetas para as usar e as vi cheias de vincos e marcas. Torci logo o nariz. Não gostei nada de ver, obviamente, mas achei que não tinha feito bem as coisas. Toca a analisar novamente os vídeos, decorar ao mínimo detalhe todas as maneiras de dobrar as roupinhas e voltei a tentar... Uma, duas, três, quatro... dez... cem... até que desisti! Não deu. Não dá, aliás. A forma como ela dobra a roupa e lhe dá tantas voltas, para mim não dá. E ela dobra tudo, pessoas, tudo! Calças, camisolas, casacos, camisas (ai as camisas... ficam top! Para ser engomadas de seguida!), t-shirts (outras que ficam lindas cheias de vincos e vinquinhos, mesmo que coloque muito amor nas mãos enquanto as dobro)... 

De facto, quando se coloca a roupa nas gavetas e se vê tudo alinhado, com espaço a sobrar, é bonito de se ver e até apetece fotografar e emoldurar, tal é a beleza da organização. No entanto, o problema vem depois. A roupa não fica bonita cheia de marcas e eu não tenho tempo nem paciência para andar sempre a engomar. Claro que há algumas peças que ficam bem, mas a grande maioria (sobretudo as mais finas), não. Algumas colegas minhas (fãs número 1 do método KonMari) disseram-me que não segui as dicas à risca, que fiz tudo mal, só que - honestamente - penso que não é o caso. Experimentei o tempo suficiente para perceber que não resulta. Fica sempre uma outra marca que a minha pessoa não gosta de ver. Sim, eu sou um bocado picuinhas e gosto de tudo direitinho (ou quase tudo, vá) por isso este método não é para mim. 

Nem tudo está perdido. No que toca à roupa acho que o método não é o ideal, mas as dicas de organização dela não se ficam por aqui. E há muitas que são excelentes para se manter a casa organizada e com um aspeto visual clean e bonito. 


Gostam do método Konmari? Aplicam? 

A amizade

É sobre este tema que a médica quer que eu fale mais. Mas é dos mais difíceis para mim. Ainda assim, num destes dias em que fui buscar o M mais cedo à escola e aguardava a sua saída, escrevi isto no meu bloco de notas: 

Muito escrevo eu sobre a amizade. Acho que é um assunto que me toca imenso, talvez por já ter sofrido inúmeras desilusões com pessoas "amigas". E a verdade é que, com o passar do tempo, desilusão atrás de desilusão, deixei de acreditar neste sentimento. Muito honestamente, arrisco a dizer que a amizade não existe. O que acaba por ser um contrassenso uma vez que estou sempre a oferecer a minha amizade às pessoas de quem gosto, dizendo que podem contar sempre comigo e tentando juntar às palavras, ações. Acaba por ser estranho estar a oferecer e a querer ser algo na qual não acredito ou que me faz ter grandes dúvidas. Só que, em contrapartida, já tive algumas provas de que a amizade, aquela genuína, é cada vez mais rara. Chego mesmo a por em causa a sua existência, pois cada vez mais constato que as pessoas só são amigas de si próprias, só se aproximam dos outros por interesse ou para não se sentirem sozinhas. Porque quando os problemas aparecem, não há cá amigos para ninguém. Fazem-se de despercebidos, de muito ocupados... Parece que têm medo de ajudar, de se envolver... E, confesso, não consigo perceber o porquê. Aliás, acho mesmo que as pessoas não sabem ser amigas e pensam que a amizade é apenas tomar um café com alguém de vez em quando. Ou então o problema é meu que sou demasiado complexa e aprofundo demasiado as coisas.

Talvez esteja errada. Talvez esteja a ser injusta. Talvez seja só eu que não fui bafejada pela sorte de encontrar os amigos certos. Talvez. E talvez um dia mude de opinião. Mas, por agora, a minha fé na amizade está praticamente inexistente.

Se eu gostava que fosse diferente? Gostava, mas até hoje nunca ninguém me mostrou que pode ser de outra maneira.



Por hoje é só isto...

Para nunca, nunca me esquecer desta frase, do que ela significa e, principalmente, de a pôr em prática.



Just another good Monday... [9]


De volta ao exercício! 

Embora ainda não me sinta a 100% (grande virose me apanhou desta vez), acho que posso dizer que estou a 80%. Já não é mau, pois não?

Boa semana, gente gira!

Quem me mandou ser curiosa?

Tive hoje uma consulta de rotina. Aproveitei e levei as análises que fiz no hospital da última vez que recorri às urgências. Ora, saí da consulta com mais análises para repetir, porque a médica viu um valor que estava um pouco mais baixo do que o normal e quer confirmar se foi de ter estado doente ou se é de outra coisa qualquer... Bem, e o que é que a Ellie fez assim que chegou a casa e ligou o computador? Abriu o Google e pôs-se a pesquisar sobre o que poderia indicar aquele valor baixo... Claro que agora estou com macaquinhos na cabeça porque li coisas muito interessantes como infeções graves, doenças autoimunes, leucemia... 

Devia ter estado quietinha... Não devia ter pensado mais no assunto. Mas não, resolvi vasculhar... Que mania a minha!

Mas não há de ser nada. Pelo menos nada de muito sério. Se fosse, teria sabido no hospital, certo? Estou a tentar ser positiva e quero acreditar que sim... 

Bolas, desde quando me tornei tão ansiosa e passei a sofrer por antecipação? Tenho que resolver isto... 

Just another typical Monday... [8]


Agora que já estou bem melhor, posso dizer que os dias normais regressaram cá a casa. Estive mais de uma semana doente, em que praticamente só estava deitada porque não tinha mesmo força para me levantar. Mesmo já tendo estando menos bem de saúde outras vezes, confesso que desta forma não me lembro de ter acontecido. Nem o esgotamento me deixou tantos dias de cama. Em dois ou três dias já estava com vontade de sair e desta vez não foi assim... Mas já passou e isso é que importa. Agora os dias normais regressaram! 

Boa semana

Tenho um filho muito engraçado...

E muito imaginativo também! 

Tenho estado doente estes dias. Um vírus desconhecido que achou que eu daria um bom hotel de 5 estrelas e só começou a fazer as malas para se ir embora ontem. Por causa disso, e mesmo eu já me sentindo melhor, o meu aspeto não é dos mais giros. Continuo pálida, com olheiras... Enfim, cara de doente mesmo. 

Hoje de manhã, quando o M me vê: Ai, mãe... Hoje pareces o Demi. Mas eu gosto muito de ti assim também... 

Demi, o amigo fantasma da Vampirina

Tenho um filho muito fofinho, não tenho?

♫ Cá por casa toca... ♫

Estou viciada nesta música... 
Estou viciada na letra... 
Na verdade, estou viciada em toda a banda sonora deste filme.
E, como não podia deixar de ser, estou viciada no filme. Dizer que adorei, é pouco. 


That Arizona sky burning in your eyes
You look at me and, babe, I wanna catch on fire
It's buried in my soul like California gold
You found the light in me that I couldn't find

So when I'm all choked up
But I can't find the words
Every time we say goodbye
Baby, it hurts
When the sun goes down
And the band won't play
I'll always remember us this way

Lovers in the night
Poets trying to write
We don't know how to rhyme
But, damn, we try
But all I really know
You're where I wanna go
The part of me that's you will never die

So when I'm all choked up
But I can't find the words
Every time we say goodbye
Baby, it hurts
When the sun goes down
And the band won't play
I'll always remember us this way

Oh, yeah
I don't wanna be just a memory, baby, yeah

When I'm all choked up
But I can't find the words
Every time we say goodbye
Baby, it hurts
When the sun goes down
And the band won't play
I'll always remember us this way, oh, yeah

When you look at me
And the whole world fades
I'll always remember us this way

Ainda não foi desta

Mais uma consulta e eu pensava que seria a última. Só que não, ainda não foi desta que tive alta. Eu sinto-me bem melhor, nem tem comparação com há uns meses atrás, mas a médica acha que eu ainda preciso de limar umas arestas, e trabalhar no meu calcanhar de Aquiles.  

Tenho andado um pouco mais em baixo, é certo, e acho que foi isso que ela sentiu. Não tenho conseguido organizar-me como queria, porque tenho um trabalho em mãos que está a dar-me cabo da cabeça e, por isso, tenho andado mais cansada. No entanto, nada a haver com o esgotamento, é mesmo só cansaço normal. 

Para além disso, ela colocou-me algumas perguntas às quais não consegui responder, o que deu a entender que há aqui um assunto que ainda não resolvi bem. Talvez a médica tenha razão, não sei, e honestamente não sei bem o que pensar...

Só pensava que ia ser a última vez que a ia ver e afinal... Saí de lá mais desanimada do que entrei...


♫ Cá por casa toca... ♫

'Cause when you love someone
You open up your heart
When you love someone
You make room
If you love someone
And you're not afraid to lose 'em
You'll probably never love someone like I do

Os dias passam a correr

Quantas vezes já tenho dito isto? Uff! Nem sei! Mas é a realidade. Acompanhem-me... 

Por volta das 7.30h já estou acordada. Bem antes até. Infelizmente o que tem acontecido ultimamente é que logo depois de desligar o despertador, volto a adormecer. Tenho andado mais cansada e por isso precisava de mais uns minutos de sono. Só que não pode ser, e o facto de adormecer, nem que sejam só cinco minutos, estraga-me logo o dia todo. 

Mas adiante... 

Dizia eu, em dias normais, às 7.30h já estou pronta para tomar o pequeno-almoço, para logo depois ir adiantando algumas tarefas domésticas. Quando dá, claro. O pequeno acorda, trato dele, do lanche para a escolinha, e às 8.50h, mais ou menos, estou a sair de casa para o ir levar. É perto, mas opto sempre por ir de carro por ser mais rápido e, assim, perder menos tempo. Ele não tem o mesmo ritmo de caminhada do que eu, por isso é mais fácil assim. 

Regresso a casa e das duas uma: se tenho um trabalho urgente para entregar, é a primeira coisa que faço e tudo o resto fica para segundo plano. Quando os prazos não estão a apertar, é durante a manhã que sou mais dona de casa. Pôr roupa a lavar, a secar, aspirar, limpar o pó, arrumar louça, passar a ferro, organizar armários, fazer alguma tarefa pendente, ir às compras... Os afazeres vão variando de dia para dia, mas há sempre alguma coisa para fazer... De salientar que tento fazer o máximo que posso em duas horas. Sim, porque volta das 11h tenho que começar a preparar o almoço, dependendo do que for fazer. Quando tenho ajuda, esta parte fica de fora (a minha mãe ajuda muito neste aspecto). 

Às 12.15h vou buscar o M para almoçar e cinco minutos antes das 14h volto a levá-lo à escola. Está lá cerca de uma hora e  meia, e neste período, ou termino alguma tarefa que ficou de de manhã, ou começo a tratar do meu trabalho enquanto revisora. Por norma, verifico e respondo a e-mails, organizo o trabalho por datas de entrega, faço as pesquisas necessárias para o trabalho que tenho em mãos... E às 15.20h volto a ir buscá-lo. Sim, são quatro viagens por dia até à escola. ;)

Já em casa, dou-lhe o lanche e volto ao computador para trabalhar enquanto ele se vai entretendo sozinho. Tenho sorte nesse aspecto. Vou lhe dando desenhos, fichas para fazer, ele vai brincando com as coisas dele, e assim vou conseguindo trabalhar. Tem dias em que sou várias vezes interrompida, mas por norma consigo fazer o que pretendo. 

Só por volta das 19h é que começa a rotina do banho, jantar, mais tarefas domésticas... Em dias mais complicados, é à noite que adianto mais trabalho para conseguir cumprir os prazos, ou então faço aquelas tarefas domésticas mais "agradáveis" como passar a ferro, por exemplo. Como não tenho empregada, tenho mesmo que fazer tudo. :) 

E assim se passa um dia num piscar de olhos. Não tenho tempo para olhar para o lado e, muitas vezes, dou por mim a pensar como fazem aquelas pessoas que trabalham das 8h às 18h e ainda conseguem ir ao ginásio... Alguma coisa fica por fazer, certo? É só uma pergunta, não é uma crítica... ;) 

Gostava de conseguir ser mais organizada ainda para ter uns minutos extra só para mim. Para já, ainda não consegui, mas esse é um objetivo. Quero muito aproveitar o tempo da melhor forma para não ficar com aquela sensação de que a semana passou a voar e eu fiz muitas coisas, mas nada de jeito. Será que me percebem? 

Bom... Estes são os meus dias. Nada de interessantes, portanto. Agora vou buscar o M e tratar de trabalhar. 

Just another lazy Monday... [6]


Hoje teria sido um bom dia para ficar na preguiça... Mas não pôde ser...
Fica para uma próxima.  



Para este fim de semana


É tudo o que me apetece... 

A vida é muito frágil

Nada que eu já não saiba. Mas estou constantemente a ser lembrada disso. Num minuto estamos a sorrir, no outro já estamos de lágrimas nos olhos. As coisas acontecem, os problemas surgem, as pessoas desentendem-se... A vida coloca-nos nas mãos coisas sérias para resolvermos... Enquanto isso, perdemos a vontade de sorrir. A tristeza assombra-nos e as lágrimas assaltam-nos os olhos a todo o momento... 

Tudo passa. Nada dura para sempre, nem mesmo estas nuvens cinzentas que agora pairam no nosso céu. Há solução para tudo, menos para a morte, e até com essa teremos que um dia aprender a lidar, quer queiramos, quer não. É só uma fase, mais uma para juntar à coleção das que já ultrapassei, mesmo contra a minha vontade. O sol vai voltar a brilhar. Até lá, parece que carrego o mundo às costas, mas no fim estarei mais forte. 


Estava aqui a lembrar-me...

Porque tenho um blogue. 


Confesso que nestes últimos dias já me apeteceu terminar com ele um sem número de vezes. Porque não tenho tempo, porque não tenho nada de interessante para dizer, porque ninguém lê, porque ninguém gosta... Enfim! Acho que me passaram pela cabeça variadíssimas razões para desistir deste caderno virtual. Mas não. Cá estou. E pretendo continuar, obviamente. Porque gosto, porque - mesmo que não tenha nada de muito interessante para dizer - é o meu escape, e porque - como diz na imagem - não se guardam as palavras, no caso, escrevo-as para não me sufocarem.    

O M quer um irmão


Há já algumas semanas que o M me anda a dizer que quer um mano. 

- Quando o meu mano chegar, mãe, ele vai poder usar a minha cama de bebé, não vai? E vestir aquela roupa que já foi minha?

- Quando tiver um mano ele vai ter brinquedos de bebé. Eu não, que eu já sou crescido... 

Entre outras frases várias em que a palavra mano surge sempre. 

- E se for uma mana, M? Sabes que também pode ser uma mana e é giro na mesma ter uma mana... 
- Não. Tem que ser um mano. 
- Mas não dá para escolher... 
- Dá, dá, que eu já escolhi e falei com a Sra Cegonha... 

Tanta imaginação que este meu filho tem... Pelo menos ainda não começou a fazer aquelas perguntas mais difíceis de responder... Porque para ele é muito simples, só quer um irmão. Um mano. 


Tenho pensado nisso. Muito mesmo. E chego sempre à mesma conclusão: ainda não estou preparada para um segundo filho. Se perguntarem as razões, não sei responder. Só acho que esta não é a altura. Ou que eu não estou à altura. Tenho receio, por causa do esgotamento, acho que não vou conseguir dar conta do recado. Não sei... Acho que estou à espera de sentir aquele "clique" como aconteceu quando comecei a pensar engravidar pela primeira vez. E ainda não senti isso... 

Por outro lado, esta era a altura ideal. Ele tem 4, eu 36, o pai 40... Isto se quisermos colocar a idade na balança, porque se formos a ver, conta bastante. E o M já não é tão dependente (falando de biberões, fraldas, desfralde, e outras coisas do género). 

E, claro, sempre quisemos ter mais filhos. Sempre falamos em sermos uma família de 4, no mínimo. O pai, por ele, já tinha sido... Eu é que estou a pôr um travão no assunto. Tenho que me sentir preparada. Mas nem sei se haverá a preparação certa... 

Para este fim de semana...


Frio lá fora. E chuva. 
O calor da lareira. Mantas quentinhas e o conforto do sofá. 
Cappuccinno para acompanhar aquela série. 
Família. Momentos simples para aproveitar.