Que seja...


Uma boa semana! 

O dia de hoje estava tão bonito (já vejo o pôr-do-sol, é como se tivesse terminado), com um sol magnífico e um céu a combinar (pena a temperatura ainda não ser mais elevada) que me senti uma pessoa nova, com novo ânimo e nova energia. Incrível o que um dia de sol consegue fazer por nós, não é verdade? 

E com esse ânimo eu só consigo e posso desejar coisas boas para esta semana. Espero, sinceramente, que seja mais calma, sem doenças, sem chatices, sem nada a atrapalhar. Anseio por dias assim, por dias "normais". 

E vai ser um ótima semana, não vai? Acredito que sim! 


Não vale a pena reclamar

Eu tinha dito que queria contrariar os pensamentos negativos que podem surgir por aqui. E é precisamente o que tenho tentado fazer. Por isso, hoje quero dizer que não vale a pena reclamar. Por muito que só me apeteça fazer isso, não vale mesmo a pena. Se reclamar da vida, das coisas que me correm mal, os problemas ficam resolvidos? Não me parece. Acho, até, que fico ainda mais frustrada e chateada... 

Como diz a Catarina Beato, "a vida resolve-se sozinha" e é isso mesmo. Aos poucos tudo acaba por se recompor e não é por estar sempre a lamentar-me que vou mudar alguma coisa. Mudo se agir, se depender de mim a solução para essa questão; caso contrário, só me resta manter a fé e confiar que o sol vai voltar a brilhar. 

Até agora, tudo se tem resolvido. Nem sempre na brevidade que quero, ou como desejo, mas as soluções têm aparecido. Então, de que reclamo? Provavelmente estou a ser ingrata ao fazê-lo... 

Em suma, ser mais positiva é imperativo. Nos dias bons, nos dias menos bons, nos piores momentos... Não perder a esperança, continuar a acreditar... Mesmo que pareça impossível. Mesmo que seja difícil. Há sempre algo, ainda que pequenino aos nossos olhos, de bom em todos os momentos, todos os dias. 


Não, não acredito em bruxas...

Mas acredito na inveja negativa (haverá positiva?) que as pessoas podem sentir umas pelas outras. Percebemos que isso existe quando sentimos que, afinal, aqueles que achávamos que nos queriam bem, ficam felizes com os nossos sucessivos azares. Ainda há pouco tempo tive um exemplo disso. Em tom de desabafo, queixava-me que os últimos tempos tinham sido cheios de chatices... Resposta do outro lado, com um sorriso mal disfarçado: Pois é... Para andar para trás na vida é um instantinho... 

Amigos genuínos? Que ficam felizes por nós e preocupados connosco? Onde é que eles tão? 

Honestamente, vejo mais as pessoas a sentirem-se bem com o insucesso dos outros do que com o contrário, e não falo só por mim. Infelizmente, a inveja feia existe e percebe-se a quilómetros. 

Claro que não estou a culpar ninguém porque as coisas não estão a correr bem deste lado. Porque o haveria de fazer? Quando falo que acredito na inveja, quero dizer que acredito também na possível energia negativa que esse sentimento traz. E às vezes estamos rodeados de pessoas que transmitem essas energias negativas que parecem que nos sugam a alma, o sorriso, a paz... E como o negativo atrai o negativo... 

Não sei se o que escrevo faz algum sentido... Para mim faz, porque me sinto rodeada de energia muito pouco positiva. Não só vinda de pessoas, como de lugares, e até de mim, porque se calhar estou a deixar-me levar por tanta negatividade junta. E o que preciso é limpar toda esta má energia que anda colada a mim... 





Eu não acredito em bruxas, mas...

Breve resumo dos últimos tempos em algumas palavras: 

médicos, pediatra, urgências, febre, amigdalites, gripe, infeções, pneumonia, noites sem dormir, trabalho de pernas para o ar, carro avariado, mecânico, rombo no orçamento, preocupações... 

Foi assim em Dezembro, para este mês é só repetir as mesmas palavras... 

É caso para ir à bruxa ou não é? 

Mas neste momento, e tentativa de brincadeiras à parte, nem consigo estar zangada com a vida, com o universo, com... sei lá eu! Estou mais desanimada com tudo o que tem acontecido e super preocupada com M que está novamente doente e desta vez é mais sério... 

O que mais falta acontecer? Até tenho medo de pensar... 

(Não tão) Querido inverno...

Quase 19.30h e ainda trabalho. Pelo menos tento. Consigo sentar-me ao computador cerca de meia hora e interrompo porque o M começa a chamar. Está novamente doente. Febre, tosse... Ainda não há muito tempo teve estes mesmos sintomas. Passou o Natal e o Ano Novo doente, sem esquecer que antes disso já tinha tido uma amigdalite... Resumindo, desde dezembro até agora tem estado quase sempre doente. Mal começa a recuperar de uma, já tem outra em cima. Claro que isso me preocupa, porque ele nunca esteve assim. Dizem-me, tentado acalmar-me, que é normal, que estão muitos meninos assim e como já frequenta a escola está mais sujeito aos vírus. Além disso, as gripes estão mais fortes, até para os adultos. Sim, eu sei isto tudo, mas quando o M começa a apresentar sintomas de alguma doença, eu fico logo mais medricas. 

Bom... espero que não seja nada de grave e se trate apenas de mais um "fruto desta época". 

E por falar nisso, deixem-me só desabafar mais um bocadinho: estou fartinha do inverno! Por mim, já era primavera! Já que ele só trouxe doenças, bem que as pode levar para longe e dar lugar a dias mais amenos, solarengos e com passarinhos a cantar...  Não era bom? Era, era. Tenho saudades da minha querida primavera, pois o inverno, de querido, não está a ter nada... 


Silêncio

Há dias em que apenas queremos silêncio. Hoje é um desses dias. Por nenhum motivo em especial, simplesmente porque a mente tem muito ruído do dia-a-dia e eu só quero desligar esse som.

Inspirar, expirar, ouvir apenas a minha respiração...

Relaxar...

E os pensamentos vão se desvanecendo e a leveza toma conta de mim...


Existirão palavras certas?


Esta é daquelas perguntas que, provavelmente, não tem resposta... 

Quando pessoas próximas estão a passar por um situação delicada e de dor, o que lhes dizer para tentar dar algum conforto? Existirão palavras certas para estes momentos de sofrimento?

Eu gostava de saber, para as poder dizer neste momento... 

Esta sou eu (em 10 factos)


Gosto muito de ler. Sempre foi o meu hobby preferido, mas há muito tempo que não pego num livro do principio ao fim. Leio uma página e fico logo cheia de sono. Está mal. E tenho que ver se mudo isso. 

Sou viciada em chocolate. A sério. Tento não abusar mas vício é vício (ah ah ah!). Já chocolate branco... nem vê-lo! 

Sou casada há 7 anos. Já tivemos um momento mais complicado no casamento mas, felizmente, ultrapassamos essa fase. 

Gosto de escrever. Sempre tive cadernos e blocos de notas com pequenos pensamentos e textos meus. Depois achei que seria giro criar um blogue e cá estou. Aqui sou descontraída e não revejo o que escrevo, gosto de o fazer sem pensar muito em regras e pontuações, por isso estou perdoada se virem por aí algum erro (hehehe). 

Odeio ser a última pessoa a saber das coisas. Fico irritada e a sentir-me excluída (mas é parvoíce, eu sei). 

Não gosto da grande maioria dos legumes e só os consigo comer na sopa. Foi a forma que arranjei de ter uma alimentação variada e saudável, caso contrário, estava tramada. 

Nunca provei sushi e confesso que não tenho muita curiosidade. 

Se há consultas médicas que odeio, são as de dentista (nada contra eles, só não gosto mesmo da consulta em si, das brocas, da ideia de estarem a mexer-me na boca... pronto, já perceberam a ideia). 

Setembro é o meu mês favorito. 

Adoro a Primavera e, por minha vontade, esta estação predominava o ano inteiro. 


[Continua...]

Não são resoluções, é mesmo para ser feito!


No início do ano pedi os mesmos desejos de sempre. Nada de novo, apenas reforcei aquilo que desejo todos os dias para mim e para os meus. 

Mas também elaborei mentalmente uma lista de coisas que quero muito cumprir. Não são resoluções, são ações. É mesmo para ser feito. 

Todos os meses irei trabalhar em algo que quero muito fazer ou mudar. Será algo que fará sentido para mim na altura e que sei que serei capaz de cumprir. Será, também, um processo contínuo. 

Este mês, por exemplo, decidi que irei cuidar mais de mim. Dos pés à cabeça, do interior para o exterior. Com a doença, e com todos os acontecimentos dos últimos meses, sinto que me deixei um pouco de lado. Ainda ontem passei pelo espelho e acho que pela primeira vez em muito tempo, parei a observar-me. Não me reconheci. Mudei muito, envelheci, descobri manchas na pele, linhas de expressão que não existiam e o olhar, o que mais me chocou, o olhar... cansado, abatido, baço. Penso que foi aqui que decidi que algo tinha de mudar e eu não podia ficar parada, a deixar-me levar por esta onda da qual não gosto. É hora de agir. 

E é isto. Começo por mim. Em Janeiro vou dedicar mais tempo a mim, porque também preciso. E não é necessário deixar nada nem ninguém de lado, apenas vou incluir-me mais no meu tempo, vou tratar de mim porque também mereço. 

E para Fevereiro? Ainda não sei. Na altura decidirei. Será o que me fizer mais sentido e o que me fizer sorrir. 



Não me vou queixar, prometo.


As últimas semanas de 2017 foram ricas em queixumes. Tinha sempre alguma queixa ou reclamação a fazer sobre a vida. A verdade é que Dezembro não foi um mês fácil... Mas eu prometi que não ia queixar-me. 

Vou cingir-me aos factos. 

2017 foi um ano de altos e baixos. Não vale a pena explicar porquê, fiz isso demasiadas vezes ao longo destes meses e não é importante estar a relembrar esses momentos agora. Em resumo, a saúde foi o tema principal deste ano e não foi pelas melhores razões. 

Dezembro foi o pior mês de todos. Novamente a saúde como destaque. O M adoeceu logo no início, melhorou, voltou a adoecer, ficou melhor, perto do Natal ficou novamente doente e assim se passou o dia 25... Pelo meio ficamos sem carro, tive problemas no trabalho, o marido também, e também ele começou a adoecer. Não sei se por causa de tanto stress junto, se por nos sentir mais nervosos e ansiosos, o M começou a ter problemas em dormir. Acorda várias vezes durante a noite, mostra-se assustado, recusa-se a sair de perto de nós... Para terminar, na véspera de Ano Novo vou eu parar às urgências e no dia seguinte, entra o meu pai com uma pneumonia. 

Posto isto, será que vale a pena queixar-me? 

Bom... Eu vou continuar a fazer o que prometi: tentar contrariar tanta negatividade que anda à minha volta. Mesmo quando tudo parece estar a ruir, mesmo com o cansaço a apoderar-se do meu corpo... E quando der por ela, aos poucos, tudo vai começar a recompor-se... A normalidade regressa. E a calmaria também.